Ciclos desenham-se. O subtil parece ter uma meia-vida própria.
Fugiste? Morreste?
A culpa, sempre a culpa. Culpa-se o difícil de lidar. Neste autocomiserativo raciocínio, as palavras não surgem. Meticulosamente construídas, são largadas no chão. Talvez germinem. Mas o quê?
O transe desapareceu. Não preciso de me conhecer.
Desapareceste.
A perda surge-me brilhante. Como se fosse mais simples. Mais sincera. Os meios revelam a sua importância. Terramoto, ou talvez não.
E foste matreira. Deixaste o silêncio estridente.
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